Megaman Xtreme lançado em 2001 para Game Boy Color é um ótimo exemplo que o estilo de plataforma criado pela série X pode ser feito em qualquer console e portátil, mesmo um com limitações como o da Nintendo. O game é uma espécie de Megaman X+X2 com gráficos em 8-bits. A combinação pode parecer que a Capcom estava com preguiça ao fazer o jogo, mas, acreditem, ela não estava.
Xtreme é considerado por muitos um jogo spin-off da série principal, mas na verdade ela funciona como um elo entro Megaman X3 e X4. Um grupo de Mavericks que se intitulam os “Shadow Hunters” hackeia um computador-mãe que funciona como um servidor da rede de computadores, o que faz com que reploids de todo mundo passem agir como robôs renegados.
Com ajuda de um robozinho gênio chamado Middy, X e Zero conseguem entrar no sistema do computador-mãe. Para conseguir restaurar a rede, os heróis precisam reviver batalhas do passado e então começa jogo.
A jogabilidade de Xtreme é a mesma dos jogos para Super Nintendo, a grande diferença é o controle. O Game Boy só possuí dois botões, enquanto que SNES seis. Os outros jogos de Megaman para Game Boy não tiveram esse problema porque a série clássica é mais fácil de ser portada. São utilizados apenas dois botões nos games clássicos, enquanto que a série X são três( pulo, dash e tiro).
A solução foi colocar o dash nos direcionais. Se você apertar rapidamente direita duas vezes vai executar o dash para direita e vice-versa( esse comando já existia na série, mas ninguém usava porque é difícil executá-lo com precisão). Isso obviamente prejudica um pouco, principalmente, nas fases com abismo e espinhos. Mas ao contrário da versão do Super Nintendo, o comando aqui é muito mais preciso. Ou seja, os controles que tinham tudo para dar errado em Xtreme funcionam e com precisão.



Outra coisa muito bem pensada pelos produtores são as funções para carregar automático e fogo rápido. Se você é aquele jogador que vive carregando o tiro do X, essa função é pra você, assim poderá se focar apenas na fase. Enquanto que o fogo rápido é para aquele gamer que gosta de simular uma jogabilidade mais clássica.

Os chefões merecem um tópico a parte. Todos são feitos em cima dos chefes do Megaman X e Megaman X2. Para zerar o game pela primeira vez, você só precisa derrotar quatro deles, mas na verdade existem oito mavericks. As batalhas são iguais, pouco mudou. A única grande diferença é que a dificuldade foi elevada. Na verdade, os inimigos que tiram muita vida do Megaman. Enquanto que o jogador não conseguir armadura do peito, a dificuldade pode até irritar um pouquinho.
O reaproveitamento de material dos jogos anteriores é o grande ponto fraco de Megaman Xtreme. Por um lado mostra a falta de criatividade, mas ao mesmo tempo é nostálgico passar pelos Mavericks. Só que nem nostalgia salva o game nesse quesito.
Graficamente o Xtreme é muito bonito. Todas as fases foram caprichadas no Game Boy Color. Elementos como backgrounds, gimmicks e inimigos, que caracterizavam os estágios no Super Nintendo, estão presentes.Algumas fases receberão até um tratamento mais sofisticado como a fase do crocodilo que se passa numa nave.Já os sprites são novos e muito bem animados. Pelas poses, da pra notar que eles foram feitos em cima dos sprites do X4. Os gráficos são tão bons que o Game Boy Color não consegue suportar. As vezes, os inimigos ficam piscando e os tiros ficam invisíveis, algo que acontecia com frequencia nos Megamans clássicos.
Ao zerar o game pela primeira vez, o jogador será agraciado com o Hard Mode, que adiciona outros quatro chefões e a possibilidade de pegar todos os itens.
Resumindo, Megaman Xtreme não é um dos melhores jogos da série X, mas é um dos melhores jogos do Game Boy Color. É impressionante a qualidade que a Capcom conseguiu colocar nesse cartucho com capacidade tão limitada. A jogabilidade é sólida, os controles são precisos, os gráficos são vibrantes e bem animados. Megaman Xtreme foi uma excelente adição à biblioteca do portátil da Nintendo.












Mesmo com a destruição de Sigma, alguns Mavericks continuam a causar problemas no mundo. Graças ao trabalho do reploid cientista Dr. Doppler essa ameaçou foi contida. No entanto, inexplicavelmente, alguns reploids voltaram a causar problemas atacando inclusive a base dos Hunters. Agora, X e Zero precisam deter esses robôs e descobrir o que está por trás dessa história.


Como não existiam DLCs em 1996, a Capcom colocou método secreto para conseguir todos os chips e uma armadura secreta. Além da possibilidade de conseguir Z-Saber para o X. Nada mais satisfatório do que conseguir uma armadura secreta e uma espada super poderosa.
A exploração nas fases também foi ampliada e dificultada. Os itens secretos estão muito bem escondidos. Por exemplo, em X2 é possível se deparar com dois ou três upgrades ao longo do game. Já em X3, a história é diferente. É preciso explorar as fases muito bem para encontrá-los. 
Com um intenso trabalho de dois gênios da Capcom ( Keiji Inafune e Hayato Kaji) nascia a série Megaman X, que não seria apenas uma evolução gráfica da franquia original. Os produtores sabiam que precisavam de alguns twists no gameplay e na história, mas que era preciso manter a essência do herói que todos amavam. Por isso, os novos personagens possuíam uma personalidade muito mais densa do que a série original. Além disso, a história era muito mais complexa. Por exemplo, o vilão do jogo, Sigma, na verdade era um Maverick Hunter, assim como Megaman. No entanto, ele contraiu um vírus que modificou a personalidade dele. Sigma então reuniu outros robôs que também foram contaminados pelo mesmo vírus e agora quer criar um mundo sem humanos.





O game foi feito visando um público masculino entre 18 a 35 anos. Segundo o presidente da Hoplon, Tarqüínio Teles, jogos onlines são grandes catalisadores pro desenvolvimento da indústria. “Jogos online, dentre os quais os MMOs são o carro-chefe, são um fenômeno global, respondendo por algo como 60% do crescimento da indústria de games mundial. Ainda assim, eles tendem a ser mais fortes em países com culturas altamente sociáveis, como Coréia e Brasil.”
formiga. A indústria brasileira dos jogos é um ser autótrofo. Ela se procriou quase que sozinha, diferente de outros setores da economia como imobiliário, que precisou da injeção de milhões de reais para se manter. Segundo o professor doutor do curso Jogos Digitais da Feevale, Crisitano Max Pereira, o crescimento se deve ao incentivo privado. “O crescimento se deve às incubadoras de informáticas que começou há uma década atrás. E um segundo momento, que começou há oito anos com a criação da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos”, relata.
O conceito do consumidor brasileiro pode não ser conhecido pelas empresas nacionais. Contudo, algumas foram mais espertas. Elas não foram atrás do consumidor , o público que foi. Através de redes sociais, certas agências estão interagindo diretamente com consumidor e percebendo o que eles precisam. 


O motivo dos personagens sem voz é justificado pelo multiplayer de Dragon Quest IX. A partir de um momento na história, você poderá buscar por outros jogadores via wireless e permitir que eles entrem no seu “mundo” e vice-versa. Quando alguém entra no seu jogo, ambos estão livres para fazerem o que quiserem inclusive avançar na história do jogo. Também é possível abrir novas quests e trocar mapas e itens. Todo esse foco no multiplayer é tem um propósito: revolução. Até então, era praxe associar JRPGS a aventura single player. Isso mudou com DQIX, tudo que você poderia fazer em outros RPGs, você pode fazer nesse e com ajuda do seu amigo. 





