Dragon Ball é um anime popular, mas não popular do tipo Naruto, cujos fãs xiitas são tão chatos quanto os que criticam. É, anti-narutards, vocês são um saco também, poluindo fóruns, comunidades e a timeline do twitter! Então, peço encarecidamente a vocês, que vão lamber sabão. É, o xingamento seria bem mais ofensivo, mas o site é do Fast e vou ser mais brando. E aposto também que os anti-narutards são os mesmos que vivem idolatrando Evangelion, que junto com Death Note é um dos animes mais pé no saco que... Peraí, porque eu to falando de animes, quando o assunto aqui é Games? Pois bem, voltando ao início do parágrafo, Dragon Ball é um anime muito popular até hoje, tanto que está sendo exibido a versão HD de Dragon Ball Z (Dragon Ball Kai), e foram produzidos MUITOS JOGOS baseados na franquia de Akira Toriyama, muitos são caça-níqueis e cretinos, de gosto duvidoso, lançados para as mais diversas plataformas. A Atari, lançou para o Game Boy Advance, Dragon Ball Z: Legacy of Goku, RPG de ação simples, porém divertido e bem feito. Uma sequência, Legacy of Goku 2 (cobrindo até o torneio de Cell) foi lançada, e como ainda havia mais uma saga a ser coberta, um novo jogo teve que ser feito. Assim surgiu, Dragon Ball Z: Buu's Fury.

O jogo segue de Onde Legacy of Goku 2 parou, inclusive mostrando as cenas finais, de quando Goku se sacrificou para tentar matar Cell. Anos se passaram, e o mundo parece salvo de qualquer ameaça, porém, um antigo mal está para ressurgir, e durante um torneio de Artes Marciais, as coisas ficarão tensas e o inimigo se revelará. Enfim, a história do jogo é baseada na saga de Boo, aquela que você deve ter visto um milhão de vezes. Mas, para não se ater muito ao roteiro do anime, encaixaram alguns OVA's no roteiro do jogo para a jogatina não se basear tanto em deja vu's.

A jogabilidade é deveras simples. Com um botão, se faz os ataques e com outro a defesa. Utilizando-se de outro botão, pode se disparar raios de energia, kame-hame ha's e até transformar-se em super saiyajin com um toque de um botão. A função do botão B, pode ser trocada com um toque do L, o que torna a jogatina fácil e intuitiva. Os elementos de RPG do jogo são bem inseridos, embora os inimigos não sejam fortes, os que se utilizam de arma podem arrancar um bom naco, mas os itens de cura são bem distribuidos entre os pontos do jogo ou comprados nas lojas em algumas cidades.

Save points são distribuídos a rodo, em praticamente todos os mapas haverá um save point. A Navegação pelo mundo, se dá por uma espécie de Point Jumps, locais específicos de aonde se levanta vôo e o personagem navegará por um mapa mundi, aonde poderá encontrar locais com side-quests e submarinos/aeronaves com inimigos (o que rende um pouco de experiência extra.

Graficamente é agradável, embora o mapa mundi seja uma mistura de 2d com 3d confusa a beça. Os cenários são bem feitos e construídos, fielmente seguindo o estilo da série animada. Os personagens são bem animados, apesar de que as limitações nos movimentos durante as cenas (A luta entre Goku e Pikkun demonstra isso), lembra vagamente as limitações que enfrentei para fazer jogos no rpg maker (longa história), apesar de que isso dá todo um charme retrô ao jogo.

Apesar de não usar os temas da série (como os jogos de luta da Dimps e da Atari), o jogo tem melodias boas, embora nenhuma delas seja do tipo que você sairá assobiando por aí. Os efeitos sonoros são bons, complementam o jogo, mas não são nada demais.

Finalizando, Dragon Ball Z: Boo's Fury é o fim de uma ótima trilogia de RPG's de ação do Game Boy Advance, mostrando que basta um bom conceito e programadores competentes para se fazer algo bem feito baseado numa franquia de sucesso! O jogo tem uma grande duração, e com a quantidade de save points distribuidos, não será problemático continuar a sua jogatina. Ele leva Score A e o nosso selo "Mussum" de Qualidade.










A apresentação do jogo em si é bem feita, lembrando as últimas versões de Winning Eleven que saíram para o Play 1, com os menus organizados de forma semelhante. Quem jogou o Winning Eleven 2002 (e seus inúmeros hacks de Campeonato Brasileiro, etcs, incluindo um de Captain Tsubasa) vai se sentir quase em casa, quase porque além do japonês, por conta das óbvias limitações do GBA, o modo de edição (uma das coisas que acho mais legais em WE) foi limado, mas de resto todos os modos estão lá (Alguns chatos irão sentir falta do All-Star Match, mas nem é importante), incluisive a Nata do Winning Eleven (Até a chegada do Become a Legend/Fantasista Mode), a Master League.

Vou dizendo logo que esse é uma sequência, mas com cara de remake, ele segue a mesma história do Mario Tennis de Game Boy Color, você, um novato na academia de Tennis (podendo ser um garoto ou uma garota) e galgar posições até disputar o Open Island, torneio cobiçado por todos os jovens tenistas da região, divididos em várias academias. E após vencer o torneio, uma grata surpresa o espera.
A jogabilidade não mudou muito em relação ao jogo do Game Boy Color, mas alterações sutis fizeram toda a diferença, primeiro, a duração dos jogos do Story Mode foi reduzida, sim, em prol da agilidade dos confrontos, o número de games diminuiu para 2, como nos Arcades e partidas de Virtua Tennis, e isso foi uma adição muito bem vinda, já que um dos defeitos de Mario Tennis do Game Boy Color era a extensa duração das partidas, não que isso fosse necessariamente ruim, mas tornava a jogatina maçante, enquanto em duas horas, jogava-se poucas partidas relativamente falando, aqui venci dois torneios de duplas. Algumas adições interessantes, foram os especiais, vindos da versão de consoles, embora os dos Tenistas comuns sejam genéricos de certa forma, os dos personagens da turma do Mario (selecionáveis nos modos amistoso e versus - via cable link) são bonitos de se ver, embora tenham sempre o mesmo efeito (uma rebatida difícil - R+B ou uma pancada com efeito R+A).



