megaman | Categoria

Megaman

Postado dia 07/04/12 por [name] |

Será que Megaman vai morrer? Dedicamos um programa inteiro do nosso tradicional Podcast para falar do futuro do Blue Bomber. Será que a Capcom tem juízo?

 Integrantes: Gabriel Ferreira (Fast), Master Gamer, Hidan
Duração
: 58 minutos
Assunto
: O que vai acontecer com a nossa série favorita de Megaman?
Edição
: #14

You are missing some Flash content that should appear here! Perhaps your browser cannot display it, or maybe it did not initialize correctly.


Baixa o podcast para o seu computador

 

Postado dia 09/03/12 por [name] |

Street Fighter x Tekken foi lançado nesta semana e os vídeos dos endings dos personagens já começaram a pipocar na internet. Todo mundo sabia que o Megaman no jogo era uma piada, então encerramento do heroí não poderia ser diferente. A criatividade da Capcom esta pulsando mesmo.

Postado dia 27/02/12 por [name] |

Era o ano de 2003 e a série Megaman estava passando por mudanças. Depois do lançamento de Megaman X6, carregado de controvérsias – entre elas o fato de Keiji Inafune sequer ter desejado a existência do jogo –, a série Megaman X continuava uma fortíssima fonte de renda pra CAPCOM e, por consequência, precisava continuar.

Seu antecessor fora lançado em 2001, um ano após o lançamento do PlayStation 2, o que tornava previsível o avanço de plataforma da série. 2003 era um ótimo ano pro PS2, o 3D estava consolidado de vez e a série ainda não tinha explorado esse terreno em suas séries de plataforma ainda (considerando que Legends era uma série única e um tanto nos moldes de Zelda), era a oportunidade perfeita pra tentar.

Bem, Mega Man X7 foi a tentativa.

E, como não difícil de presumir pelo rumo que a série tomou depois dele, não foi uma boa tentativa. O jogo não dividiu a fanbase, como algumas outras transições (como Sonic Adventure, Mario 64, etc.) fizeram. É consenso considerar que o jogo fracassou. Descreverei com detalhes o que há de errado, através de uma viagem rápida e sem spoilers (há, spoilers em Megaman X após o X5) pelo mesmo.

A apresentação

Conhecidíssima e vista com maus olhos, a apresentação é incoerente.Iniciamos o jogo em algo que é uma base com um personagem aleatório que simplesmente nos foi apresentado em uma cutscene. Um gameplay – como de praxe em Mega Man – que precisamos decifrar totalmente por nós mesmos.

Isso seria agradável, é um elemento da série que permanece até hoje nos jogos de plataforma, mas não funciona em Mega Man X7. Simplesmente porque Mega Man no geral é uma série completamente intuitiva, Mega Man X7 não entra na regra:

Desde o início do jogo (em 2D) você precisa mirar, de uma forma peculiar, e não há situação obrigatória não-letal que te apresente isso naturalmente, como foi introduzido o kickjump no primeiro jogo da série por exemplo – isso no começo custa um pouco de sua barra de vida, mas se torna especialmente irritante na parte 3D em que a mira é o ponto-chave: o exemplo mais grave é a parte em que é necessário abrir um portão, com quatro travas que mudam de cor e devem ser acertadas quando na cor diferente, mas isso ocorre aleatoriamente então você não tem que mirar em uma de cada vez e sim ser rápido, bem rápido;

  • A troca de perspectiva, ocorre aleatoriamente e é um tanto difícil de entender em menos de um minuto o jogo troca o gameplay e então o jogador, que muito provavelmente não se acostumou com o 2D, já tem de se adaptar a ela... Ah, sim, isso ocorre bem mais que uma vez nessa fase;
  • A troca de personagens, uma cutscene rápida e você está jogando com o Zero, que muito provavelmente conhece dos outros jogos: o gameplay é familiar a quem conhece a série e mais fácil de aprender num geral, mas ainda é muito repentino;
  • Os abismos. Com um empurrão das falhas gráficas da fase, é possível que o jogador sequer entenda como morreu na parte 3D com o Zero, aonde a avenida está rachada.E é possível que isso se repita. Com o mesmo jogador, na mesma parte. Várias vezes.

Além disso, a parte da avenida e um sub-chefe 3D já começam a mostrar defeitos do jogo: a câmera também atrapalha nos abismos e, no sub-chefe, é bem difícil calcular se seu ataque com o sabre será efetivo ou não.

No chefe, os comandos de troca de personagem são apresentados por uma fala do Axl, e foi o único ponto positivo da fase, já que não haveria nenhum propósito de fazer isso intuitivamente. De qualquer forma, o chefe também é um tanto confuso e capaz de arrancar vidas mesmo que seja a primeira fase do jogo, o que já foi visto no antecessor Mega Man X6 mas no caso o chefe era coerente.

Enfim, a apresentação é horrível. Quase nada é apresentado naturalmente. O jogo criou uma fase introdutória que não é, na verdade, introdutória: ela é a primeira, mas os level designers julgaram que o jogador sabia manipular bem todos os comandos já nela, quando nem mesmo os fãs da série que a acompanhavam desde o Super Nintendo sabiam. Existe uma gama de novidades na transição de uma série do 2D pro 3D, e tudo isso devia ser apresentado, mesmo que ocorresse o apelo pras falas como em Mega Man X5 (que ficou horrível mas nem em metade chegou ao nível desse jogo). Por favor, é pra isso que serve a primeira fase de qualquer jogo de plataforma.

O plot, as personalidades e como isso afeta o gameplay

A pergunta que é sempre feita quando se começa o jogo: o nome do jogo é Mega Man X7, aonde está o Mega Man? Ou aonde está o X? Porque Mega Man, bem, é jogado com o Mega Man; Mega Man Zero é jogado com o Zero. Mega Man X no geral é jogado com o X (o nome do personagem não é Mega Man, vale a pena lembrar). Onde ele está?

Conforme você continua o jogo, descobre que você tem que liberar o X. Por quê? Porque o X decidiu, entre o plot do jogo passado e esse, que não vai mais lutar.

Não há nada de muito errado com a história desse jogo em si. Não se aguarda história complexa de um Mega Man feito para ganhar dinheiro descaradamente como Mega Man X7. Ela é simples, mas funcional. Axl é um traidor de uma organização de Reploids que copiam outros Reploids, ela se tornou criminosa e você tem que pará-la. Nada demais, o problema não está aqui.

O problema está no desenvolvimento dos personagens. A personalidade de X é mal trabalhada e irrita constantemente,o jogo simplesmente ignora o resto da série para torná-lo um estereótipo de justiceiro revoltado com as guerras, inclusive abusando de frases clichê a todo momento. Zero continua o mesmo, mas um pouco menos trabalhado. Axl é basicamente uma criança que quer atirar em coisas, e nesse jogo não funciona muito bem.

Axl e Zero até incomodam, mas nem de longe chegam ao ponto de X. A personalidade de X atrapalha o gameplay, a ponto de, em Mega Man X7, ele ser um personagem que você tem que desbloquear.Há controvérsias, mas X ainda é o protagonista de gameplay do jogo, as fases têm o level designe todos os itens preparados para ele, e pra liberá-lo você tem que salvar muitas pessoas ou passar várias fases. Isso chega a ser um erro de lógica.

Conforme o jogo se passa, poucos acertos e muitos erros

Na verdade, todos os acertos do jogo envolvem manter certas partes iguais. Ou seja: não há nenhum elemento novo que tenha sido bem-vindo. Mais da metade das partes em 3D são arruinadas por algum motivo, seja ele câmera, design, gráfico ou qualquer outro item; e as partes que não se enquadram nisso não são ótimas, apenas neutras, salvo algumas exceções como a fase do Vanishing Gungaroo(que, risos, é todinha dentro de uma Ride Armor, um tipo de máquina com comandos e golpes próprios).

  • O veículo usado na fase do Ride Boarski funciona de modo muito impreciso, e a ideia e o design da fase não funcionam muito bem;
  • A fase do Sniper Anteator é uma ótima ideia de puzzle, mas por conta dos gráficos extremamente confusos acabou não funcionando;
  • A fase do Wind Crowrang é simplesmente ridícula em sua primeira metade. É completamente imprevisível e imprevisibilidade não funciona pra uma fase que se passa em cima de aviões o tempo todo, torna o jogo um trial-and-error e foge completamente à proposta de Mega Man X. Os gráficos ruins também atrapalham bastante;
  • Lutas no geral contra bosses em 3D não funcionam muito bem. A começar, o jogador não estava enganado com a confusão que fez no início do jogo: a mira é horrível, utilizar-se dela em alguns chefes é um pesadelo e o jogador terá de usar. Os exemplos mais claros disso são Splash Warfly e Flame Hyenard;
  • Um caso que é bom mencionar em separado: a luta contra o Red. A câmera é completamente incoerente, move-se contra a vontade do jogador para cantos inesperados e transforma o jogo em um pesadelo. É fácil pesquisar pela internet e encontrar um grupo enorme de jogadores frustrados com essa luta por causa da câmera.

As partes 2D, bem, funcionam, como esperado de um jogo de Mega Man. Elas têm o design capado pelo fato de não serem foco, já que o jogo é visivelmente um flerte com o 3D, mas não tem nenhum problema alarmante como o 3D. Algumas partes são boas, mas poderiam ter mais conteúdo, outras parecem sem criatividade nenhuma, e outras – não muitas – são perfeitas.

A dificuldade de Mega Man X7 é equilibrada, já que todas as vezes que sai de controle é por causa dos problemas mencionados. O jogo não começa fácil, de fato, mas a dificuldade se mantém constante até as últimas fases, aonde naturalmente eleva um pouco – o chefe final pode até ser considerado fácil, mas ainda é mais difícil que os outros.

O jogo mostrou à CAPCOM e aos fãs que Mega Man X não funciona em 3D. Talvez funcionasse com muito mais dedicação dos desenvolvedores, mas seria improvável a existência desse esforço, sendo X7 um caça-níqueis da série assim como seu antecessor, que acabou sendo um bom jogo pelo fato de não ter precisado inovar em nada.

E com um pouco de descrição, é possível entender o porquê.

Gráficos:
Mesmo pra 2003, os gráficos estão abaixo do padrão. Os modelos são arcaicos e algumas fases exemplificam muito bem o baixo nível gráfico do jogo, enquanto outras são mais esforçadas e uma ou outra são bonitas. Existem fases com falhas gráficas capazes de atrapalhar o gameplay.

Som:
A falha fica mais pra dublagem, sendo essa falha uma maldição que a série carrega desde Mega Man X4. Em qualquer região as vozes não encaixam muito bem com os personagens e estragam momentos. Quanto à trilha sonora, mesmo Mega Man X7 não peca, tendo algumas faixas razoáveis e outras muito boas, sendo o único defeito real de algumas a falta de coerência com a fase.

Jogabilidade:
Embora um saboroso bolo de problemas, uma parte do jogo ainda funciona, de alguma forma. Existem detestáveis problemas nos comandos (em especial no 3D), câmera elevel design, mas a parte 2D é funcional e um pouco menos da metade do 3D acabou sendo divertida também.

História:
O plot em si é previsível, mas funciona para um jogo como Mega Man X7. O problema fica completamente por conta do desenvolvimento dos personagens, que é medíocre, em especial o protagonista da série.

Postado dia 21/02/12 por [name] |

O ciclo do Super Nintendo estava chegando ao fim. A Capcom sabia que estava na hora de finalizar a trilogia de robô azul para o console de 16-bits com chave de ouro. Megaman X3 é considerado por muitos o ápice da série por conter todos os elementos dos jogos anteriores num nível extraordinário. Embora não seja tão revolucionário quanto o primeiro da série, também ficou para história. Não houve grandes mudanças na mecânica da jogabilidade, mas o grande esforço por parte dos produtores em tornar esse jogo memorável valeu a pena. 

Mesmo com a destruição de Sigma, alguns Mavericks continuam a causar problemas no mundo. Graças ao trabalho do reploid cientista Dr. Doppler essa ameaçou foi contida. No entanto, inexplicavelmente, alguns reploids voltaram a causar problemas atacando inclusive  a base dos Hunters. Agora, X  e Zero precisam deter esses robôs e descobrir o que está por trás dessa história.

A grande novidade de Megaman X3 é a presença de Zero como personagem jogável. O Maverick Hunter sempre foi badass da série X e, desde o primeiro jogo, todo mundo sempre quis jogar com ele. No Megaman X2, Zero estava um pouco destruído o que impediu a realização deste desejo. Ainda assim, a Capcom fez questão de mostrar como o reploid criado pelo Dr. Willy é foda. Um ano depois, o personagem mais amado da franquia finalmente se tornou controlável.

Você vai jogar com o Zero logo na primeira fase e vai se sentir mais poderoso do que nunca. A sensação para quem jogou Megaman X3 na década de 90 no Super Nintendo foi única. Além de possuir uma barra de energia completa desde o início, Zero possuí o Z-Saber que pode destruir praticamente tudo no jogo com apenas um hit.

Depois da primeira fase, você pode usar o Zero a qualquer hora. No entanto, o preço pode ser um pouco alto demais porque ele só tem uma vida. Morrer com o Zero significa perder ele até o final do jogo. O único ponto negativo é o fato de não poder usar o Zero nos chefões. O game automaticamente troca os personagens na hora de enfrentar um boss. 

O game continua com o mesmo formato introduzido em Megaman X. Uma fase introdutória, oito chefões e as quatro fases finais. Assim como no Megaman X2, após derrotar dois Mavericks, haverá um twist nas fases onde é possível enfrentar três subchefes. Dependendo da forma de como são derrotados, as fases finais serão diferentes. 

Uma pequena novidade introduzida no X3 são os Chips Upgrades. Além das quatro cápsulas da armadura para X, existem outras quatro que contêm melhorias, que aumentam o poder de um pedaço especifico da armadura. No entanto, só é possível pegar um chip por jogo.

Como não existiam DLCs em 1996, a Capcom colocou método secreto para conseguir todos os chips e uma armadura secreta. Além da possibilidade de conseguir Z-Saber para o X. Nada mais satisfatório do que conseguir uma armadura secreta e uma espada super poderosa.

A última novidade no gameplay de Megaman X3 é a introdução dos Mechs. Não é bem uma novidade, mas o sistema daqueles robôs gigantes que você pilotava nos jogos anteriores foi aperfeiçoado. Nada muito extraordinário, mas pilotar as Ride Armor, como são chamadas, é muito divertido.

Quanto aos gráficos, Não houve um grande avanço em relação ao Megaman X2. O game anterior já usava todo potencial do console da Nintendo graças ao Chip CX4, que permitia a reprodução de modelos 3D simples. Isso não significa que os gráficos sejam ruins. Na verdade, as fases são únicas e incrivelmente detalhadas. As animações dos personagens são fluídas e certos efeitos impressionam.

A dificuldade aumentou um pouco. Claro que o nível está bem abaixo daquele estabelecido em Megaman 2, mas dos três games da série X até então, esse é o mais difícil.
As fases finais, por exemplo, estão repletas de espinhos e buracos que matam de primeira. Apesar disso, o layout das fases não é apelativo e em nenhum momento chega a frustrar o jogador por exigir saltos acrobáticos impossíveis.

A exploração nas fases também foi ampliada e dificultada.  Os itens secretos estão muito bem escondidos. Por exemplo, em X2 é possível se deparar com dois ou três upgrades ao longo do game. Já em X3, a história é diferente. É preciso explorar as fases muito bem para encontrá-los.

Alguns meses depois do lançamento para Super Nintendo, Megaman X3 foi portado para Playstation e Saturn. As grandes novidades foram as cutscenes em anime e os efeitos sonoros melhorados. No entanto, a mídia considerou que só isso não foi suficiente para torná-lo um bom port. O game ainda foi lançado para PC em 1998 e recentemente para celulares em 2010. 

Megaman X3 é um game único e memorável. A possibilidade de jogar com Zero foi o grande twist que a série precisava para encerrar a trilogia no Super Nintendo. Existem diversos itens secretos em todas as fases, que aumentam e muito o fator replay. O design e a batalha  dos chefões são incríveis tornando a experiência ainda mais inesquecíveis. A trilha sonora mantém aquele nível característico da série. Enfim, Megaman X3 pode não ter sido tão revolucionário quando comparado ao Megaman X, mas certamente é game muito superior nos aspectos técnicos.

Postado dia 06/02/12 por [name] |

Yeah. Estamos de volta for real this time. O grupo precisava de umas férias merecidas e elas finalmente acabaram. Agora, chega de moleza porque 2012 mal começou e já temos novidades malucas.

A Capcom revelou que Megaman irá ser um dos 50 lutadores de Street Fighters x Tekken. Até aí tudo bem, acontece que ela colocou o robozinho azul com a roupa do famoso Bad Boxart Megaman. Para aumentar o rage dos fãs, ela ainda o deixou gordo e sem futuro. Não que isso seja uma coisa ruim. Eu achei engraçado na época do Megaman Universe, mas os fãs estão com o orgulho ferido e uma piada nessa hora não cai bem.

Bem, a franquia está completando 25 anos e por isso vamos lembrar a todos como o herói deveria ser tratado. Vamos fazer um monte de Retro-reviews da nossa sub-série favorita,  Megaman X.
Fiquem ligados.

Postado dia 07/01/11 por [name] |

A Capcom da Europa divulgou um vídeo de Megaman Legends 3. Nele, a empresa reforça a ideia que Legends 3 é um projeto único por permitir que fãs da série participem da produção do jogo. A última aventura de Megaman Volnutt está previsto para esse ano no Nintendo 3DS.

 

Postado dia 18/11/10 por [name] |

Megaman X Maverick Hunter (Rockman Irregular Hunter X em jap) é uma das varias conversões de games clássicos que vem sendo relançados nos dias atuais pela Capcom e outras empresas.

A historia praticamente é a mesma do original Megaman X para Super Nintendo, no entanto ela está mais detalhada com novas cutscene, animações de anime e com os gráficos totalmente em 3D, mas sem tirar a essência plataforma do original.

As mudanças de Maverick Hunter X além dos gráficos em 3D e das cutscenes é a relação entre Megaman X e Zero. Na versão do Super Nintendo, eles parecem ser grandes amigos conhecidos, já no remake é uma relação de longa data. Alguns cenários sofreram mudanças gráficas gritantes como as fases do palácio do Sigma que ficaram mais bonitas do que o original porém estão mais fáceis, a facilidade é aumentado com a possibilidade de salvar o jogo entre elas, sem precisar volta desde a primeira parte como no clássico original. Isso pode ser bom ou ruim, bom por não repetir e ruim porque tirou a dificuldade anterior.

O jogo também conta com um modo extra chamado Vile Mode que conta a historia do vilão na época dos Mavericks e sua aliança com Sigma. Nesse modo também temos uma animação que é liberada ao concluir o jogo e que é o OVA do Megaman que só havia sido lançado em VHS há muito tempo atrás. O ova é chamado de The Day of Sigma, que conta a origem de todas as guerras dos Mavericks e de Sigma.

Maverick Hunter X é um jogo que não pode falta na coleção de quem adora a franquia de Megaman X, apesar de não ter feito um grande sucesso na época.

Postado dia 15/11/10 por [name] |

Dessa vez a parada é sobre o Blue Bomber, o mascote da CAPCOM. Nosso convidado especial é Claudio Prandoni, do Blog Hadouken. Aproveitem! Integrantes: Gabriel Ferreira (Fast), Alan Motta Cardoso (Kamatsukyoto), Claudio Prandoni Duração: 58 minutos Assunto: Megaman Edição: #5

You are missing some Flash content that should appear here! Perhaps your browser cannot display it, or maybe it did not initialize correctly.

Baixa o podcast para o seu computador

Postado dia 13/10/10 por [name] |

Dia das crianças... Ah, que data de m****! Sim, começo chutando o balde, porque especialmente nunca ganhei nada de impressionante nessa data. Todos os consoles que tive/tenho (NES, Atari, Mega Drive, Snes, Dreamcast e Playstation 2), foram ganhos/comprados em datas aleatórias e sem especialidade. Nem natal, nem aniversários. Meu Dreamcast por exemplo, foi num 8 de dezembro de 2001. O Playstation 2 foi em 2008, no começo de dezembro.

Mas pois bem, como o Gabriel do GLSToque propôs o meme do retrodia das crianças, cá estou eu a indicar uma pérola retrô para a geração atual que só vive de ovomaltino e leite com pêra.

O jogo escolhido por mim, foi: Megaman: The Wily Wars, do Mega Drive.


Mas, porquê esse jogo, se os Megamans Clássicos são tão difíceis, Kyo?

Primeiro: Estava conversando com o Fast, já que eu ainda não tinha jogo para essa semana (preparações para um encontro, coisas da vida pessoal) e minha cópia de Sonic Gens Collection estava arranhadíssima (sim, seria esse o jogo da semana), então descartei falar sobre ele, então ele sugeriu essa compilação/remake de Megaman.

Resumindo basicamente o jogo:
É uma compilação/remake dos três primeiros Megamans do NES, com um tapa no visual gráfico. Que aliás, ficou bem legal por sinal. Como 'brinde', três novos chefes foram criados para essa versão do jogo.

Como esta compilação vai transformar uma criança da geração playstation em um potencial retrogamer?

O jogo possui algumas das características que ajudam (e muito) a iniciar um retrogamer. Que comecemos pela jogabilidade.


Vamos caçar tuelos... Ok, não resisti em fazer essa piada desde que joguei a fase do Woodman

*Jogabilidade:

Manteve-se intacta do NES, jogadores atuais acostumados com charge, dash dos jogos da série X, ZX estranharão a falta desses recursos. O Slide só veio a ser inserido no Megaman 3. Fora isso, somente Pulo e tiro, e um pouco de coragem. O caso é que a dificuldade imensa dos originais do NES, foi sensivelmente diminuída, para atrair mais novatos. Um sistema de save foi instituído no lugar dos temidos e um tanto antiquados Passwords (lembre-se que estamos falando de 1993, 1994). O esquema dos chefes não mudou, cada um tem uma vulnerabilidade, e funciona como o esquema de Pedra-Papel-Tesoura, e cada um tem um padrão de ataque, que pode ser usado pra derrotá-lo. (Apesar de que só decorei do Fireman no Megaman 1 - usando a arma do cutman - e do Geminiman no Megaman 3)


Fases refeitas, a do Geminiman ficou excelente

*Gráficos:
Concordem ou não, os gráficos das versões de NES, podem assustar os mais novos (não estou sendo preconceituoso, e sim realista), com a simplicidade dos anos 80 e a limitada paleta de cores do Nintendo 8bits (se tivesse sido feito pro Master System, a história era outra). Tudo no jogo foi repaginado, desde os sprites dos personagens, até os cenários que ficaram excelentes. Destaco os estágios de Geminiman (A parte interior da mina é simplesmente de cair o queixo, juro que fiquei maravilhado) e o de Snakeman, que achei genial. Ainda assim, mesmo repaginados, estão fiéis ao original.


Fire...

*Sons:
O único fator que pesa contra. Por melhores que sejam as músicas feitas pro chip sonoro do mega drive, é claro e evidente que as versões de NES são superiores. Os efeitos sonoros são semelhantes, mas as músicas soam estranhas no Mega Drive. Ainda que boas e nostálgicas, perderam o feeling das originais.

Finalizando:

É um daqueles jogos que fazem parte da apostila de iniciação de um retrogamer. Dificuldade sensivelmente menor que a dos originais, mais gráficos refeitos, mais sistema de saves. É uma excelente pedida para os novatos. E os veteranos encontraram um 'descansinho' nas aventuras do Blue Bomber no Mega Drive. Digo, descansinho porque 'quase' todo Retrogamer de respeito, já encarou os Megamans de NES, e a compilação de Mega acaba sendo um 'descanso'.

Theme provided by Danang Probo Sayekti.