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Namco

Postado dia 28/08/11 por [name] |

O estúdio CyberConnect 2 é conhecido por ser o desenvolvedor da franquia .hack// (PS2 e PSP), além de ter desenvolvido os jogos de Naruto para o PS2 , PSP e PS3 (A série Ultimate Ninja), além de estar por detrás do vindouro Asura's Wrath. Na verdade o estúdio fez basicamente só isso em 15 anos de existência, além de outros dois jogos de Playstation. Um deles, inclusive, Tail Concerto é antecessor espiritual de Solatorobo. Enfim, a Bandai-Namco causou algum burburinho ao lançá-lo no Japão e a Famitsu (uma das principais publicações de games do Japão) deu uma nota boa ao jogo. E agora, nesse segundp semestre de 2011, o jogo finalmente aportou no ocidente. Veremos como ele se sai.

A história de Solatorobo se passa nas ilhas flutuantes da República de Shepard, aonde duas raças de furries (cães e gatos e não, esse parentese não foi pra explicar o que é um furry, mas sim as raças) vivem. Os cães são denominados Caninu e os gatos são conhecidos como Felineko. As ilhas flutuantes estão sobre um mar de Plasma e sua língua nativa é o Francês. Seus habitantes desenvolvem e empregam robôs especializados para fazer as tarefas diárias. Red Savarin, um Caninu é contratado para obter um importante arquivo que foi roubado e embarca na aeronave Hindenburg , aonde ele encontra um misterioso medalhão. Uma criatura gigante chamada Lares aparece diante da aeronave e a destrói. Enquanto Red escapa, ele encontra Elh Melizee, uma misteriosa Felineko. Juntos, ele e Elh viajam pela República de Shepard, com sua irmã mais nova Chocolat Gelato, desvendando os segredos do medalhão que ele obteve e descobrindo o segredo por trás do passado de Elh.

O jogo é um RPG de ação com elementos de Plataforma. Você cumprirá missões para seguir a trama e quests. O jogo basicamente usa apenas um botão de ataque, para agarrar seus inimigos e arremessá-los. O interessante do jogo, é que você tem que ser criativo no uso dos agarrões, tendo que encontrar um ponto fraco no inimigo ou dar a volta pelas costas deles. Depois de um tempo no jogo, novos "combos" estarão disponíveis, inclusive um pilão. Isso mesmo, um Pilão. 

Um dos pequenos problemas de Solatorobo é sua dificuldade... Apesar da duração mediana do jogo (cerca de 13 a 15 horas), não tive muitas dificuldades em zerá-lo, de fato, você pode levar muitas bordoadas nos chefes, mas basta ter calma, paciência e um bom timing de contra ataque que você vencerá. As quests em si tem pontuações que aumentam seu Rank de caçador, muitas vezes necessário para algumas missões da história principal. Não foi apenas uma vez que fui "impedido" de seguir com a história por conta do meu Rank de caçador.

 

Algumas missões exigirão que seja usado o modo de vôo de seu robô. Com um controle de câmera decente e comandos simples, é bem gostoso de se voar por entre as ilhas, caso o seu boost esteja acabando, pouse em uma ilha para recarregá-lo, pois se ele zerar e você cair, voltará para a última ilha em que pousou, que pode estar bem longe de seu destino. Também há as corridas aéreas, que são bastante semelhantes as corridas da versão DS de My Sims Sky Heroes, só que sem o mesmo polimento. Não é comum você ter de repetir uma missão por conta das barreiras delimitadoras que acabam prendendo sua aeronave. Por sorte a maioria delas são opcionais, e mais, você ainda pode sacanear seus colegas no multiplayer do Air Race GP...

 

 

Graficamente tem seus altos e baixos. As duas animações de abertura são feitas pelo estúdio Madhouse, e são de qualidade ímpar. As cutscenes principais são muito bem feitas, as cenas normais são com artworks excelentes e os cenários por onde você anda são todos maravilhosos e estupendos, fazendo bom uso do DS. Mas, duas ressalvas a fazer. O design de alguns inimigos normais não é muito criativo, e os NPC's... Simplesmente parados, estáticos sempre! Não necessariamente estáticos, mas ainda assim parados. 

 

Sonoramente é muito bom, a trilha do jogo é bem composta (E virá um CD com a trilha na edição americana do jogo) com ótimos temas. A dublagem contem frases esparsas, mas é notável o esforço dos seiyuus para falar em francês. Os efeitos sonoros estão na medida.

Finalizando, Solatorobo é o melhor jogo lançado pro DS em 2011, sim... Melhor que Pokémon Black/White, e dá um fôlego final antes dos donos de DS o trocarem por um 3DS ou por um PS Vita, sei lá... Mas enfim, se tiver a chance, jogue! Não irá se arrepender!

 

P.S.: O protagonista de Tail Concerto faz ponta em Solatorobo.

Postado dia 17/03/11 por [name] |

Crisis Zone é o segundo spin-off da série Time Crisis, da Namco e foi lançada para arcades em 99. Cinco anos depois, chegara a adaptação aos consoles caseiros e e ela que será analizada hoje aqui no Gamers Invaders.

*Curiosidade, Crisis Zone nunca chegou em território Japonês, foi lançado nos mercados europeu e americano.

A história é mais ou menos a padrão da série Time Crisis, embora não tenha proporções globais como as do quarto episódio (Arcade/PS3) da série principal. Nas proximidades de Londres, foi inaugurado, com Shoppings, Escritórios e moradias, um novo empreendimento. E para seus propósitos malignos, uma organização terrorista domina o local, colocando a população em perigo, e cabe a Claude McGarren, retomar pouco a pouco o local, atirando em tudo o que se mexe.

O jogo é um Shooter on rail, ou seja, um jogo de tiro sobre trilhos, no qual você controla a mira e a "esquiva" e atira em tudo o que se mexe. A diferença principal de Crisis Zone, para os demais jogos da série Time Crisis, é a Arma principal. Enquanto que em Time Crisis 3, por exemplo, a pistola é a arma padrão e temos 3 armas secundárias (uzi, shotgun e bomber), a arma principal é a Uzi, o que garante mais agilidade nos confrontos.

A dificuldade é a padrão da franquia, mas a Uzi, facilita um pouco as coisas. Para não ficar um mero port do jogo de arcade, um cenário inédito (Cujos eventos acontecem seis meses depois do jogo) e modos de desafio, como chegar ao topo de um prédio sem morrer e no tempo determinado, entre outras coisas. Um modo novo do Arcade também foi feito, com caminhos secretos, as armas de Time Crisis (exceto a bomber) habilitadas e novas armas disponíveis nos caminhos secretos (mas temporárias), o que dá um bom fator replay ao jogo.

Uma nota aqui: estou contando a jogabilidade, usando o DualShock, pois ainda não possuo uma guncom.

Graficamente, segue o padrão da franquia com cenários bons, e os personagens são muito bem feitos (eles aparecem em cutscenes). Embora os inimigos normais sejam genéricos, como sempre. Um detalhe dos cenários, é que eles contém partes destrutíveis, que formam "combos" que acarretam em um aumento na pontuação. Os efeitos entretanto, permanecem artificiais como sempre, as explosões não parecem tão convincentes quanto os personagens ou cenários.

Sonoramente é comptente, com poucas músicas bem compostas e viciantes. A dublagem está normal, embora não sejam marcantes, os dubladores não soam forçados como certos jogos que eu encontrei por aí, né KOF 2006? Os efeitos sonoros são o padrão da série, normais e bacanas.

Embora não permita multiplayer, como outros jogos da franquia, Crisis Zone é um dos melhores jogos de tiro sob trilhos do PS2, senão o melhor e o jogo possui atrativos em quantia suficiente para destacá-lo de sua versão Arcade. Então, pode pintar aí Bart Simpson, pois Crisis Zone leva Score A e nosso selo "Bart" de qualidade.

Postado dia 27/12/10 por [name] |

Foram divulgadas novas imagens do novo jogo da série Tales of.

O jogo vai está previsto para ser lançado em 2011 no Japão para o Playstation 3. A Namco ainda não se pronunciou a respeito de um lançamento no ocidente. Pelo histórico recente da série, é improvável um lançamento ocidental.

Postado dia 25/12/10 por [name] |

A Namco revelou um novo trailer do aguardo Tekken Tag Tournament 2. Eu digo aguardo, porque o último Tekken que prestou foi justamente o Tag Tournament. O primeiro trailer chamou bastante atenção pelo nome, mas não revelou muitas coisas. Pois bem, o novo vídeo mostrou novos personagems, tags moves e........um Heihachi jovem. O velho não está mais calvo e agora conta com um bigode evil looking.

Só para lembrar, Heihachi é fora de série em Tekken que chegou a "estrelar" Soul Calibur 2, um jogo de luta com armas.

Eu não sei como vai ficar a história agora. Esse novo Heihachi pode ser apenas uma roupa alternativa do velho, mas que está legal, isso ninguém pode negar.

Remédio para o cabelo + creme facial + Namco =

Postado dia 04/12/10 por [name] |

Eu adoro esse personagem. Klonoa é o símbolo de uma indústria competitiva, na qual, apenas jogões extraordinários sobreviveram. Felizmente é o caso do orelhudo da Namco. O último da franquia foi para Nintendo Wii, lançado em 2009. Apesar de possuir jogo excelentes, Klonoa nunca gozou de muita popularidade.

Primeiro, falemos sobre o seu design. Parece que ele saiu de um jogo de Sonic. É só tirar suas roupas que ele estaria em qualquer jogo do ouriço azul, e, acredite se quiser, seria melhor que muito personagem oficial da Sega.  Por exemplo, olhem esses tênis, eu tenho certeza que eles foram desenhados por Takashi Yuda( ele foi o responsável pelas artworks de Sonic 3). Suas orelhas são maiores que os próprios braços e inacreditavelmente não incomoda nem um pouquinho.


Como eu nunca fui um grande fã de Klonoa, mas um grande admirador da série, eu nunca tinha notado o tributo ao Pac-man em seu chapéu. Notem na imagem acima que é o próprio come-come estampado no boné.Para os desavisados, a Namco foi a empresa responsável pelo clássico Pac-man nos Arcades.

Klonoa possuí diversos jogos. A lista de jogos do Klonoa é a seguinte:


  • Klonoa:
    Door to Phantomile
  • Klonoa 2: Lunatea's Veil
  • Moonlight Museum
  • Empire of Dreams
  • Dream Champ Tournament
  • Klonoa Beach Volleyball 
  • Densetsu no Star Medal

Eu só joguei os dois primeiros. Ambos pertencem a série principal. A história
não é muito importante, mas em compensação o gameplay é simples e apaixonante.  

Resumo em 140 caracteres do gameplay: Você possuiu um anel que tem a capacidade de “pegar” tudo. Isso permite que Klonoa possa interagir com diversas objetos durante a jogatina.

O mais legal disso é que o conceito funciona.  Klonoa só seria bom mesmo se tivesse um level design extraordinário. Porquê? Por que nós estamos cansados de sidescroller que possuem boas idéias, mas não conseguem executá-las corretamente. A franquia da Namco possui boas idéias e consegue executá-las. Por exemplo, Klonoa 2: Lunateia’s Veil possuí um level layout muito parecido com Donkey Kong Contry Returns(um jogo de 2001 contra outro de 2010). As fases possuem diversas “camadas”, o que as tornam “cheias”. Além disso, existem diversos caminhos alternativos e itens escondidos, coisas que são extremamente necessárias para manter o fator replay de um jogo plataforma.

 

Depois de Lunateia’s Veil, Klonoa recebeu diversos spin-offs para portáteis. Não tivemos grandes produções até 2009, quando a Namco relançou o primeiro jogo de seu mascote para o Nintendo Wii. O remake mantém a essência do clássico e adiciona diversos extras. Ainda assim, foi apenas um remake, e não, o esperado Klonoa 3, que é aguardado há nove anos.

A série da Namco certamente merecia mais prestígio na indústria. Sonic, Mario, Megaman e até mesmo Crash tiveram grandes momentos, Klonoa sempre dividiu o holofote com outras séries. Vamos torcer que o destino seja solidário e que a torne ainda melhor nos próximos anos.

Postado dia 19/11/09 por [name] |

Logo que iniciamos o jogo somos levados ao menu de opções do jogo, sem passar por qualquer tipo de apresentação do jogo. No menu principal temos as opções Arcade, Versus, Sobrevivência e Treino, além do menu opções e recordes.
No modo arcade, temos a jogabilidade clássica onde devemos desafiar 10 oponentes para nos tornar os campeões. O modo versos é o popular 2 jogadores, onde é possível enfrentar outro jogador humano, no modo sobrevivência enfrentamos sucessões interminaveis de inimigos, disputando quantas vezes invictas conseguimos ganhar e no modo treino podemos treinar os golpes e movimentos de cada personagem.

O jogo disponibiliza 10 jogadores para serem escolhidos e mais 15 jogadores "desbloqueaveis" conforme o jogo vai sendo finalizado diversas vezes.
A jogabilidade é um ponto forte do jogo, ela não apresenta nenhum problema sério de resposta aos comandos e apesar do direcional não-convencional que o Z-pad apresenta, os comandos e ações não ficam prejudicados por ele.
O modo principal, denominado de arcade, é simples e direto: escolha um personagem e com ele, enfrente até 10 oponentes em sua ascenção ao título de campeão. Infelizmente, é nesse modo que reside o principal defeito do jogo, a total ausencia de um sistema para contar a história de cada personagem. Em determindos momentos, sente-se falta até mesmo de um porpósito para desafiar os oponentes e derrotar o ultimo chefe, pois ao concluirmos o modo arcade não é mostrado nada além de uma mensagem dizendo: "Parabéns, você é o campeão"
O modo multiplayer (denominado Versus) é um fator que vai contribuir pra longividade do jogo, juntamente com o modo sobrevivência onde o recorde de vitórias é armazenado no console.

Quanto aos gráficos, eles são bons e apresentam personagens bem construídos e animados, sempre usando roupas coloridas e diferenciadas, contando inclusive com uma segunda opção de roupa que pode ser acessada através da seleção do personagem com o 'botão 3'. Mesmo possuindo gráficos satisfatórios, o jogo se apresentam de forma muito simples: Os cenários são apenas imagens estáticas, o chão é apenas uma textura e não existe nenhum esforço de ambientação para o jogo.
Quanto aos sons, as músicas são as mesmas clássicas das versões originais do jogo e contam com boa qualidade sonora, a narração é em inglês (apesar do texto em português) e infelizmente o jogo deixa desejar, pois não possui nenhum som ou fala dos personagens, aparentando uma certa monotonia ao combate.

O jogo roda em uma velocidade boa e estável, não sofrendo de lags ou slowdowns na taxa de quadros. Os sons também são executados sem deficiência e se revezam bastante, minimizando a carência de músicas.

Tekken 2 é o primeiro jogo de luta lançado para o Zeebo e, como tal, possui diversos detalhes a serem melhorados em uma possível continuação, porém, apesar de todos os defeitos o jogo é uma ótima opção para aqueles que gostam de jogos de luta e é uma das poucas opções multiplayer para o console Zeebo.
Tendo por base que é o 4° título da Namco para o Zeebo e o primeiro dela a ser bem cotado para o console, esperavamos um jogo melhor executado e sem os cortes sofridos na parte gráfica e sonora.

Apresentação: 5
Gráficos: 6,5
Som: 4
Jogabilidade: 8,5

NOTA FINAL: 6

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