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Square-Enix

Postado dia 22/09/11 por [name] |


The World Ends With You é um dos melhores (e mais criativos) RPGs do Nintendo DS, mas as vendas baixas do mesmo praticamente minaram as chances de uma sequência... Ou não.

Em uma recente entrevista à Famitsu, o produtor Tetsuya Nomura deu a pista de que a aparição de Neku em Kingdom Hearts 3D é um sinal de que algo maior está por vir.

Nomura não disse explicitamente que será feita uma sequência de TWEWY, mas ele disse que "algo" está sendo trabalhado. Esperamos que não seja outro Theathrythym Final Fantasy da Vida, não é?

Kingdom Hearts: Dream Drop Distance sai em 2012 e é exclusivo do Nintendo 3DS

Postado dia 18/01/11 por [name] |


Não é de hoje que a Square supervaloriza a qualidade gráfica dos seus jogos. O game mais modificado da história do videogame, Final Fantasy Versus XIII, recebeu esse tratamento e, pelo seu último trailer, é possível ver que a empresa japonesa não está de brincadeira.

Acompanhem o trailer e tirem suas próprias dúvidas quanto ao poder gráfico do jogo, exclusivo para Playstation 3.

Postado dia 08/01/11 por [name] |

Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies para Nintendo DS continua com aquele tradicionalismo que a série é conhecida, mas revoluciona o gênero de RPGs japoneses ao expandir a experiência do jogo com o modo multiplayer cooperativo.

A história da nona aventura dos heróis desenhados por Akira Toriyama é relativamente simples se comparada aos outros jogos da própria franquia, como Dragon Quest V e VIII. O herói principal é um Celestrian, seres alados invisíveis aos seres-humanos que possuem a responsabilidade de proteger o mundo do mal. Logo no início do jogo, você termina o seu treinamento com o seu mestre Aquila e está apto a proteger o vilarejo Angell Falls.

Toda vez que um Celestrian ajuda uma pessoa, ela retribui com a “alegria” em forma de energia. O objetivo de cada guerreiro alado é espalhar a benevolência pelo mundo, assim, ajudando a grande árvore sagrada.  O começo do jogo possuí diversas revelações e cutscenes. Depois, o desenvolvimento fica um pouco lento, mas tudo depende da decisão do jogador. Você ganha a famosa “liberdade” dos RPGs muito cedo, o que fará você querer explorar muitos lugares antes de avançar no enredo.

Logo no início do jogo, você escolherá como será o seu herói. Existem diversas opções de customização que garantirão a singularidade do seu personagem. Esse sistema não fica restringido apenas ao protagonista. Posteriormente, é possível recrutar personagens para sua party e também modificá-los da forma que bem entender.

Goku e Bulma
Goku e Bulma. O que você esperava de um jogo, cujos personagens foram desenhados por Akira Toriyama?

A customização fica ainda mais pesada quando os equipamentos e armamentos entram em campo. Existem cerca 900 itens que vão desde elmos, espadas, martelos, machados, botas até acessórios. Todos os itens modificam a sua aparência no jogo. O que cria um novo aspecto, muito visto em MMORPGS, de decidir o equipamento não pela qualidade, mas, sim, pela beleza. Qual equipamento você mais se identifica? Qual você prefere usar no seu herói? São perguntas que você fará durante o jogo e a escolha não será tão simples na hora.

A evolução dos atributos também é feita de forma única. Todo personagem controlável possuí uma vocação. Dependendo dela, você evoluirá mais em determinado atributo e menos em outro. O mais importante das vocações são os Skill Points. Esses pontos são adquiridos dependendo do level e são distribuídos à escolha do jogador. Você pode desenvolver a perícia com a espada ou com o machado, depende da sua escolha.

A party do herói é onde está o segredo de Dragon Quest IX. Os personagens que te seguem não possuem voz, eles sequer aparecem nas cutscenes. Eles são zumbis controlados pelo jogador. Isso retira uma das melhores virtudes da série, o desenvolvimento dos personagens. Como o jogo não possui personagens interessantes, os produtores tiveram que caprichar nos NPCs durante o arco principal para tornar o enredo menos entediante. Todos os NPcs importantes são únicos e possuem histórias profundas, algumas até emocionantes, que são dignas da série.

O Cavaleiro Negro é um dos personagens marcantes da históriaO motivo dos personagens sem voz é justificado pelo multiplayer de Dragon Quest IX. A partir de um momento na história, você poderá buscar por outros jogadores via wireless e permitir que eles entrem no seu “mundo” e vice-versa. Quando alguém entra no seu jogo, ambos estão livres para fazerem o que quiserem inclusive avançar na história do jogo. Também é possível abrir novas quests e trocar mapas e itens. Todo esse foco no multiplayer é tem um propósito: revolução. Até então, era praxe associar JRPGS a aventura single player. Isso mudou com DQIX, tudo que você poderia fazer em outros RPGs, você pode fazer nesse e com ajuda do seu amigo.

Dragon Quest IX foi pensado com uma única ideia: multiplayer. Então, não é de se estranhar que ele funciona muito bem e possuí diversas funções úteis para não frustrar esse momento. A função “Call to Arms” é uma dessas. Se você está em perigo durante uma batalha, poderá chamar um amigo que está do outro lado do mapa e batalhar com você.

Quando se analisa o multiplayer de um jogo como esse, é preciso levar em conta o objetivo dos produtores. DQIX foi planejado e pensado para o contexto japonês, onde quase todo mundo têm um Nintendo DS e as pessoas andam na rua com o portátil da Nintendo. Se formos levar apenas isso em consideração, o modo Coop do jogo é um verdadeiro sucesso, capaz de prolongar a vida útil do jogo por quase um ou dois anos. Algo inédito. Agora, multiplayer wireless no ocidente, do modo que os produtores planejaram, é inviável. No Brasil, pior ainda. Por exemplo, o jogo permite que você procure pessoas mesmo com o DS fechado. Dificilmente você encontrará alguém. Por isso, um modo online seria um passo a mais para essa revolução.

A única função online é o Shopping Virtual chamado DQVC. Nele, você pode comprar itens raros que dificilmente encontrará durante a jogatina. Alguns, inclusive, são exclusivos do DQVC. Quando você acessa o shopping, automaticamente baixa novas quests e NPCs muito especiais da franquia.

A história principal de Dragon Quest IX pode ser comum, mas ela é o suficiente para durar 30 até 40 horas de jogatina. Durante o arco principal, o game não desafia o jogador à buscar altos níveis. É apenas no pós-game que The Sentinels of The Starry Skies mostra o seu verdadeiro valor. Existem dezenas de centenas de itens a serem adquiridos, igualmente o número de quests disponíveis. É tanta coisa que o jogador poderá levar até 300 horas para terminar tudo e isso é muito mais que a história principal.

O desafio também aumenta consideravelmente. Existem alguns chefões que foram feitos para puxar o jogador ao limite. Serão necessários os melhores equipamentos, as melhores armas e personagens no nível máximo para ter uma chance contra esses demônios.  As recompensas por vencer esses monstros são muito gratificantes e farão você mergulhar ainda mais no jogo.
É importante destacar como o pós-jogo é fundamental para apreciar o game. Os últimos Dragonquest sempre foram reconhecidos pelos seus materiais pós-créditos, DQIX não é exceção e até se sobressaí aos demais porque têm muitos mapas de tesouro, muitos itens secretos e muitas quests extras.

Mesmo sem um multiplayer forte no Brasil, Dragon Quest IX é um dos melhores RPGs já feitos para um portátil. Serão muitas e muitas horas de dedicação para ter um personagem forte e assim conseguir fechar o jogo com 100%.

Postado dia 18/12/10 por [name] |

Um dos melhores jogos de todos os tempos, Chrono Trigger, foi anunciado para celulares pela Square Enix durante o seu evento Jump Festa. Um site em japonês também foi aberto ao público.

 

O jogo não tem data de lançamento, mas está previsto para ser lançado no verão japonês.

Postado dia 09/12/10 por [name] |

Bem, a Square-Enix está trabalhando no próximo jogo da heroína mais famosa do videogame. Primeiro de tudo, se alguém está esperando ver a boa e velha Lara no jogo, podem esquecer. A própria artwork revelada ontem mostra que o estilo do jogo será totalmente diferente dos clássicos.

Primeiro de tudo, eu sei que a Square-Enix adora...ADORA fazer algo super-realista com carinha sexy pros nerds de plantão. Só que ela não deveria estar autorizada a destruir as características da personagem. Eidos porque você tinha que ser comprada pela Square-Enix? Dentre todas as empresas, porque logo a Square-Enix?

A nova Lara é bonita? Sim, é. Nunca tivemos tantos detalhes numa artwork da heroína, mas Lara Croft sempre foi badass, pelo menos nos anos dourados. Você tinha diversas artworks sexys e diversas artworks badass.Agora, a Lara Croft coberta de óleo, um pouquinho de sangue na cara e com um cabelo perfeito(Porque o cabelo dela está sempre arrumado) não é badass. Isso não é Lara Croft. Pode ser qualquer outra coisa, mas não é Lara Croft.

Isso é culpa dos malditos reboots que começaram nessa geração. Quem começou com isso? Reboots só serve para produtores, que não dão mínima para fãs e com a história de uma franquia tradicional.

Eu sei que estou sendo precipitado. Eu tenho que esperar para ver o gameplay com elementos de RPGS e história no estilo de Lost com direito a milhões de flashbacks sobre o “novo” passado da heroína... Sim, isso vai acontecer.

Eu estou me baseando no histórico da empresa. É isso que acontece quando a Square foge do ramo RPG:

Que Deus esteja com a Lara, porque a série Tomb Raider precisa voltar as raízes. E só pela arwork, nós podemos ver que não será dessa vez. Outra coisa, vamos esperar que a responsável pelo jogo seja a Square-Enix europeia.

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