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Wii

Postado dia 31/10/11 por [name] |

 

01/11 - Harvest Moon: The Tale of Two Towns (3DS)

01/11 - The Kore Gang (Wii)

01/11 - GoldenEye 007: Reloaded (PS3, X360)

01/11 - Sonic Generations (PS3, X360)

01/11 - Uncharted 3: Drake's Deception (PS3)

04/11 - Sonic Generations (PC)

08/11 - Metal Gear Solid HD Collection (PS3, X360)

08/11 - Cave Story 3D (3DS)

08/11 - Call of Duty: MW3 (DS, PC, PS3, X360, Wii)

11/11 - The Elder Scrolls V: Skyrim (PC, PS3, X360)

13/11 - Super Mario 3D Land (3DS)

15/11 - Halo Anniversary

15/11 - Mario & Sonic at the London 2012 OG (Wii)

15/11 - Ultimate Marvel vs. Capcom 3 (PS3, X360)

15/11 - Rayman Origins (PS3, X360, Wii)

15/11 - Assassin's Creed: Revelations (PC, PS3, X360)

15/11 - Batman: Arkham City (PC)

15/11 - Ace Combat Assault Horizon Legacy (3DS)

15/11 - Need for Speed: The Run (3DS, PC, X360, PS3, Wii)

15/11 - Shinobi (3DS)

18/11 - Minecraft [full] (PC) 

20/11 - The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

22/11 - The King of Fighters XIII (X360, PS3)

22/11 - Nano Assault (3DS)

22/11 - Fishing Resort (Wii)

22/11 - Sonic Generations (3DS)

 

Postado dia 05/09/11 por [name] |

Dragon Quest X

 

-O título segue os moldes de Dragon Quest IX, possuindo um robusto Single Player que pode ser jogado de forma cooperativa com os amigos.

-Ao contrário do seu antecessor, Dragon Quest X possui multiplayer online com um funcionamente extremamente semelhante ao de um MMORPG.

-Dragon Quest X se passará no mundo de Astortia, que possui cinco continentes e cinco raças distintas. O jogo terá "uma história gigantesca", e "poderá ser jogado para sempre", já que a empresa planeja lançar mais conteúdo para ele gratuitamente no futuro, de forma parecida com a que Dragon Quest IX recebeu DLCs.

-Quando jogado offline, NPCs controlados pelo CPU subestituem seus amigos na party.

-As batalhas mantiveram seu funcionamento em turnos, mas agora é possível movimentar os personagens livremente pelo campo, como em Final Fantasy XII.

-No modo online, é possível ver jogadores enfrentando inimigos no campo mesmo quando você não estiver participando da batalha.

-Dragon Quest X também terá uma versão para Wii U, com gráficos melhorados. Jogadores da versão de Wii poderão interagir com os que tiverem a versão de Wii U sem problemas.

-Os jogadores que possuirem um 3DS poderão transferir seus personagens para o portátil e troca-los com outros via StreetPass, além de diversos outros recursos.

-Ainda segundo Iwata, jogadores poderão começar sua jornada no Wii, e mais tarde transferir seus personagens e continuar jogando no Wii U.

-A versão de Wii do jogo suportará vários esquemas de controle, como Wii Remote + Nunchuk, Classic Controller, Classic Controller Pro e teclados USB.

-O jogo utilizará um disco e, ao que parece obrigatoriamente, um dispositivo de armazenagem de dados USB.

-A versão de Wii está marcada com o lançamento para 2012, enquanto a de Wii U ainda não ganhou uma previsão oficial de chegada.

-Jogadores poderão construir e mobiliar casas para seus personagens, que poderão servir como ponto de encontro de amigos em rede.

-Será possível criar armas que, caso sejam usadas por outras pessoas, podem elevar o status e a fama de seus criadores.

-Assim como em Dragon Quest IX, para formar um grupo, o jogador deverá direcionar-se ao bar.

-De forma parecida ao que acontece em MMOs populares, o título oferecerá eventos sazonais.

-O jogo terá um sistema de profissões nos mesmos moldes dos de seus predecessores.

-É possível que, ao menos no Japão, seja necessário pagar uma taxa para jogar Dragon Quest X online. Da mesma forma que aconteceu com Monster Hunter Tri, porém, ela pode não existir nas versões ocidentais do título.

Postado dia 03/09/11 por [name] |

06/09 - Dead Island             (X360, PS3)
06/09 - Disgaea 4                (PS3)
06/09 - Resistence 3            (PS3)
09/09 - Star Fox 64 3D         (3DS)
13/09 - Bit.Trip Saga             (3DS, Wii)
16/09 - Megaman DPack       (PSP)
19/09 - DQ Monster Jkr 2      (DS)
19/09 - Kirby Mass Atack       (DS)
20/09 - Harvest Moon           (DS)
20/09 - Gears of War 3         (X360)
20/09 - SMT:Persona 2         (PSP)
20/09 - Resident Evil 4 HD    (X360, PS3)
27/09 - RE C.:Veronica HD    (X360, PS3)
27/09 - Rune Factory ToD     (Wii)
27/09 - Child of Eden           (PS3)
27/09 - Solatorobo               (DS)

 

Postado dia 17/07/11 por [name] |

Vamos debater sobre o legado do Nintendo Wii para a história do videogame. A Nintendo já anúnciou o sucessor do Wii e agora o console está sobrevivendo por aparelhos. Será que os últimos jogos valem a pena? O Wii Remote foi tudo que se esperava? Tudo isso e um pouco mais no podcast de hoje.

 Integrantes: Gabriel Ferreira (Fast), Master Gamer, FMS
Duração: 1hora 47minutos
Assunto
: A Morte do Nintendo Wii
Edição
: #13

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Postado dia 15/12/10 por [name] |

Sonic and the Black Knight é o game mais recente da sub-franquia “Storybook Series”. Criada especificamente para o Wii, essa série spin-off tem como principal objetivo atingir o publico diversificado do console da Nintendo. A Sonic Team acredita que retratando obras literárias extremamente conhecidas é possível atingir o publico familiar (crianças e seus pais) sem ignorar os autênticos fans da série.

Sonic na Lenda Arthuriana

Desta vez, Sonic foi invocado por uma feiticeira de nome Merlina para ajudar em sua batalha contra o Rei Arthur que foi corrompido pela Bainha da Excalibur, que lhe foi presenteada por Nimue, a Dama do Lago, e tinha o poder de tornar seu usuário imortal.

O enredo, inicialmente, se desenvolve de forma um tanto genérica, Sonic se equipa com Caliburn, uma das espadas sagradas do reino e viaja por toda Camelot em busca dos Cavaleiros da Tavola Redonda. Ele deve coletar as espadas sagradas empunhada pelos guerreiros para selar a mágica da Bainha da Excalibur e derrotar o Rei Arthur e seu exercito do submundo de uma vez por todas. Mas as coisas não são exatamente como parecem, a Sonic Team se superou dessa vez com uma fantástica e inesperada reviravolta no enredo, com uma intensidade que não se via há muito tempo na série.

Gameplay

A engine é a PhysX da NVIDIA, exatamente a mesma de Sonic and Secret Rings. Mas dessa vez a Sonic Team foi ousada retirando vários elementos típicos da franquia, como anéis e molas, incluindo o tradicional level design ao estilo “montanha russa”, tudo isso dando lugar ao gameplay único e característico de Black Knight. Sonic agora é movido pelo analógico do Nunchuk e para atacar basta mover levemente o Wiiremote sem se preocupar com força, direção ou sentido. Outros movimentos como salto ou postura defensiva podem ser executados ao pressionar os botões A e Z respectivamente. O jogador ainda pode contar com um movimento especial que consome energia em um medidor na tela e possui resultados diferentes se usado no ar ou no solo, com a presença ou não de inimigos. Para utilizar o movimento basta pressionar B e então agitar o Wiiremote, o ataque utiliza um sistema de lock-on substituindo o antigo Homing Atack (que agora não causa mais dano aos inimigos). Existem varias maneiras de encher o medidor, fazendo combos, coletando vários anéis em seqüência, etc...

Na pratica, por causa da engine com movimentação limitada de Secret Rings e alguns comandos peculiares, a jogabilidade acabou não sendo tão funcional. A movimentação do personagem é muito restrita, alguns movimentos não são ensinados no tutorial do jogo ou não são ensinados com a clareza necessária e outros exigem uma combinação perigosa de botões, por exemplo, ao pressionar "A" o personagem irá saltar, ao pressionar "A" novamente, enquanto o personagem ainda está no ar, ele irá dar um impulso para frente ou um homing atack em um alvo, ao pressionar "A" pela terceira vez consecutiva o personagem cancela o pulo e da um impulso em direção ao chão sendo a causa de várias mortes acidentais e um grande gerador de frustração.

O jogador pode acumular “seguidores” que funcionam como a barra de experiência do seu predecessor, Sonic and Secret Rings, liberando novos ataques e habilidades, sem falar nos itens equipáveis que causam diferentes efeitos no personagem, aumentando a defesa, ataque, resistência ao congelamento, etc...
Mais para frente é possível escolher estilos de combate diferentes para o Sonic, cada um com seus próprios ataques e habilidades especificas dando ao jogador a opção de customizar o personagem voltando ele para força ou
velocidade. Ainda é possível forjar armas, mas estás só podem ser equipadas
pelos outros personagens que se tornarão jogáveis ao longo do enredo.

Áudio e Gráfico

Sonic and the Black Knight é um jogo belíssimo, um dos mais bonitos do console, a ponto de fazer sombra até em Mario Galaxy em alguns aspectos. A trilha sonora também é impecável, combinando o estilo Hard Rock da Saga Adventure com o estilo instrumental refinado dos clássicos, tudo com um leve toque celta para fazer jus à ambientação.

Na verdade a coisa vai muito além da simples qualidade, a aura artística do jogo, vista nos diálogos, musicas, modelos, artworks bidimensionais, seriedade do enredo, tudo isso remete a Saga Adventure, considerada pelos fans o auge da série no 3D, mas sem o estilo urbano que segundo vários fans puristas era o principal defeito na mesma.

Densidade

Os desenvolvedores realmente capricharam no fanservice, recheando o jogo de extras e atrativos para os fans, que vão desde galerias com artworks, musicas, vídeos (que incluem alguns vídeos demonstrando como derrotar chefes e passar por trechos difíceis, mas infelizmente sem ensinar como executar os movimentos em se) e até ilustrações feitas por fans de diversos países. O jogo ainda faz referências a jogos anteriores reutilizando temas famosos e fazendo menções a eventos de Sonic Adventure 2 em certos diálogos durante o enredo. Existem ainda alguns itens e missões especiais
que...bem, isso fica como surpresa.

Também temos um modo Multiplayer, se trata de um modo batalha com uma boa quantidade de personagens selecionáveis e certa variedade de modos de jogo. Os controles são os mesmos do Single Player, embora aqui eles não causem grande problemas ao jogador, os mapas pequenos e sem grande diversidade dificilmente capturarão a atenção dos jogadores por muito tempo.

Para finalizar é possível trocar os vários itens do jogo com amigos via Nintendo Wi-fi Connection (falta um item para poder forjar sua nova espada? Quem sabe um amigo tenha algumas unidades sobrando) e ainda fazer missões especificas e registrar seu desempenho em um Ranking Online, ainda é possível manter um Ranking Particular, apenas com seus amigos, perfeito para competições e torneios.

Conclusões

Sonic and The Black Knight é um bom jogo, possui gráficos incríveis para o Wii, resgata o estilo artístico e musical de jogos anteriores, além de toda personalidade que a série veio perdendo com o tempo. O enredo possui uma grande reviravolta, quebrando os paradigmas estabelecidos nos jogos mais recentes da série e é recheado de extras especificamente voltados para os fans da franquia. No entanto o jogo não é um “Sonic” por assim dizer, possuindo seu próprio estilo de level design e gameplay, sendo que esse ultimo sofre com controles mal planejados e pouco intuitivos, levando bastante tempo e experiência para o jogador finalmente dominá-los.

Postado dia 16/11/10 por [name] |

Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo da América, conversando com o site Kotaku nesta sexta-feira, comentou que um "Wii 2" não será lançado no Natal de 2011.

A resposta de Reggie para a pergunta "o Wii 2 não é uma necessidade para o Natal de 2011?" foi curta e grossa: "não".

Reggie explicou que não acredita que é o momento para se falar disso (provavelmente considerando os lançamentos atuais do console). Mas disse que, quando o Wii alcançar a marca de 45 milhões de consoles vendidos nos EUA, aí sim "poderemos falar de um novo console". Atualmente, o Wii está na faixa de 30 milhões.

Postado dia 11/10/10 por [name] |

Review do Fast(Wii):
Foram longos 16 anos de espera para a continuação da série clássica do mascote da Sega. Nesse período, o ouriço passou por bons e maus momentos. Ninguém conseguia entender o motivo de uma franquia, que rivalizou com Mario na década de 90, passar tanto tempo com jogos medianos, longe de sua verdadeira grandeza. Desde 2006 que a Sega vem prometendo trazer Sonic “de volta ás origens” e, até então, não tinha conseguido. Sonic The Hedgehog 4: Episode 1 chega para mudar o jogo para o nosso herói azul.

Episode 1 é como o primeiro jogo da franquia. Não há história mirabolante, não há um novo personagem que guarda os segredos para derrotar o último chefe e, definitivamente, não há novos elementos no gameplay, apenas o bom e velho 2D side scroller.Resumindo: É Sonic contra Dr. Robotnik, sem mais, nem menos. Isso já é o bastante para trazer um toque de nostalgia e credibilidade para o jogo, visto que os últimos jogos estavam muito confusos e mal feitos.

A jogabilidade em 2D funciona muito bem. Existia um temor, antes do lançamento, de que o jogo estivesse muito bugado e não mantivesse a qualidade da série clássica. Bem, isso não ocorre em Sonic 4.

Como um jogo de Sonic é muito rápido, é natural que bugs venham aparecer durante a jogatina. Por isso, a pouquíssima quantidade de problemas técnicos impressiona, nenhum deles acaba afetando diretamente o gameplay.

Além do tradicional pulo e spindash, os programadores adicionaram o Homming Attack. A sua realização é simples e, ao contrário do muitos pensavam, ele adiciona muita velocidade ao ritmo do jogo, tornando-se essencial e divertido no decorrer do jogo.

Os ambientes são os tradicionais da série. Uma fase tropical, descendente da Green Hill Zone, uma do cassino(Casinopolis Zone, de Sonic The Hedgehog 2), a tradicional fase da água(Labyrinth Zone, de Sonic 1) e a base secreta de Dr. Robotnik(Metropolis Zone, Sonic 2). Cada fase é única e possuí os seus próprios desafios, como de costume. No entanto, nem tudo é reciclado. Existem uma porção de novos gimmicks durante as fases, em especial a Lost Labyrinth Acts 2, que você carrega uma tocha durante toda sua extensão para iluminar o “caminho”.


Casino Street é baseade em Casinopolis, do Sonic 2. Mesmo assim, existem novos elementos, como esse gimmick do barelho

Agora, como são apenas quatro zonas, Sonic 4 não irá durar muito tempo nas mãos de jogador experiente. Para compensar isso, existem as Chaos Esmeralds. Conseguir todas pode levar bem mais tempo do que o próprio jogo. Para conseguir as esmeraldas, você tem que terminar uma fase com, pelo menos, 50 anéis e pegar o anel gigante, isso lhe permitirá jogar o Special Stage. Completando a fase especial, você conseguirá uma esmeralda. No total são sete.Além disso, coletar todas libera o Super Sonic nas fases.

Um último detalhe. A Sonic Team se preocupou o suficiente no jogo ao ponto de colocar um Leaderboard online. Você pode upar o melhor tempo de alguma fase na internet e tentar figurar entre os dez melhores resultados do mundo. Uma pela adição para manter o fator replay no jogo.

Sonic The Hedgehog: Episode 1 é continuação digna para a série clássica do ouriço. Você não irá bater a cara na parede por causa da jogabilidade. Um belo título para a Wiiware, Playstation Network, Live e plataformas móveis.

Review do Hinz(X360/PS3):
Apresentação:
O jogo apresenta suas propostas perfeitamente com a divisória em episódios.
No caso desse 1º episódio, podemos ver as reconstruções de Dr.Eggman como nos jogos clássicos.
Toda a proposta do episódio 1 seguiu com a essência dos níveis antigos com novas armadilhas.
Você está cansado de jogar tantos sonic mediano-ruins que vieram após Sonic Adventure?
ESSE É O SEU JOGO!
O jogo todo representa uma ótima atmosfera com a mistura de um gráfico belíssimo atual, de uma mistura de jogabilidade clássica com toques atuais e músicas novas em formatos clássicos 16 bits.
O jogo foca a continuação de Sonic 3. Mas antes disso, foi feito em especial o episódio 1 para poder relembrar as façanhas antigas de Dr.Eggman.

Nosso querido ouriço está de volta:
Você que estava sentido falta de Sonic em fases 2D desde megadrive, sem nenhum tipo de invenção boba, com gráficos alinhados, surreais e atmosféricos, esse é o seu jogo.
Sonic 4 foi todo detalhado e trabalhado com bases em opiniões dos fans OldSchool.
Seu gráfico é detalhadíssimo, algumas músicas ficam tocando na cabeça sem você querer, o que lembra até realmente de estar jogando um clássico.
A jogabilidade foi toda alinhada para você ter horas e horas de diversão e bater seu próprio record.Deixando com vontade de jogar mais vezes.
De longe um dos melhores títulos via on-line.

Diversão – 9/10
Jogo muito divertido e que dá vontade de jogar mais vezes.

Gráfico – 10/10
Os gráficos são belíssimos. Provavelmente um dos melhores gráficos em detalhes para um game 2D e online.

Representação – 9/10
Ótima representação.
Temos um sonic que os fans realmente queriam de volta. Espero que a Sega realmente veja isso com esse olhar e continue melhorando sempre e começando a trazer nosso ouriço de volta como estão fazendo nesses últimos tempos.

Jogabilidade – 8/10
Ótima jogabilidade, ela é bem gostosa de se manusear.
Nenhum tipo de problema encontrado, só um pequeno detalhe de física ignorável entre a parede e a curva.

Som – 6/10
Mesmo algumas músicas bacanas e até uma em especial que fica na cabeça.As músicas deixam a desejar em sua qualidade.

Postado dia 03/10/09 por [name] |

Um jogo de ninja. Fazia muito tempo não aparecia um jogo desse calibre para o gênero, se você for levar em conta que ele possui à “clássica” jogabilidade 2D, só vai se lembrar do saudoso Shinobi do Mega-drive.

Muramasa talvez seja o jogo mais esperado desse ano, simplesmente pela sua ousadia gráfica. É impossível não ficar encantado com os detalhes dos cenários, nas animações dos personagens e como tudo isso se encaixa muito bem no cenário cultural do Japão. A ousadia dos produtores Vanillaware deve ser saudada, numa época que as empresas preferem moldar polígonos devido à facilidade dos softwares, a empresa japonesa preferiu recorrer ao lápis e papel para aumentar o detalhe de sua obra.

A jogabilidade de Muramasa também é empolgante, embora não passe de um simples “apertar botão sem parar”. O jogo consegue entreter na hora dos chefões e pela fluência rápida das ações, o que não permite que a jogabilidade na hora das lutas fique entedioso. No entanto, essa jogabilidade com a espada se limita aos combates. Fora dos combates, temos uma jogabilidade extremamente cansativa e que devido ao desenvolvimento da história, limita a andar de um lugar X à Y. Também é frustrante não poder usar novas habilidades para descobrir lugares secretos.

O desenvolvimento do jogo é bem simples, você completará uma “missão” e logo estará embarcando a outro lugar para poder liberar outra missão, esse ritmo frenético seria muito mais interesse se o jogo não utilizasse o sistema de HUB para navegar. Talvez o formato clássico de terminar fase e iniciar fase seguinte fosse à melhor opção do jogo, assim evitaria longas horas de deslocamento pelo mapa do jogo. Como eles decidiram usar esse sistema, poderiam, pelo menos, não restringir o jogo à apenas combates, side-quests seriam bem vindas.

Em Muramasa, você poderá jogar com dois personagens diferentes. Kitsune, um garoto ninja que perdeu a memória e Momohime, uma garota que foi possuída por um espírito de samurai. Obviamente, as histórias de ambos são diferentes e você notará que suas histórias se cruzarão em algum ponto do jogo. A jogabilidade tanto de Kitsune quanto de Momohime é exatamente a mesma.

Durante o jogo, você coletará novas espadas, essas espadas criadas pelo Muramasa, são essências para o desenvolvimento do seu personagem. Enquanto você evolui, poderá utilizar novas espadas e artes secretas que cada espada possui.

Embora muita gente diga que não deve se comprar um jogo pelos gráficos, Muramasa consegue quebrar esse paradoxo com artes espetaculares e com uma boa jogabilidade e música, definitivamente é um grande título para o WII.

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