Crisis Zone é o segundo spin-off da série Time Crisis, da Namco e foi lançada para arcades em 99. Cinco anos depois, chegara a adaptação aos consoles caseiros e e ela que será analizada hoje aqui no Gamers Invaders.
*Curiosidade, Crisis Zone nunca chegou em território Japonês, foi lançado nos mercados europeu e americano.

A história é mais ou menos a padrão da série Time Crisis, embora não tenha proporções globais como as do quarto episódio (Arcade/PS3) da série principal. Nas proximidades de Londres, foi inaugurado, com Shoppings, Escritórios e moradias, um novo empreendimento. E para seus propósitos malignos, uma organização terrorista domina o local, colocando a população em perigo, e cabe a Claude McGarren, retomar pouco a pouco o local, atirando em tudo o que se mexe.

O jogo é um Shooter on rail, ou seja, um jogo de tiro sobre trilhos, no qual você controla a mira e a "esquiva" e atira em tudo o que se mexe. A diferença principal de Crisis Zone, para os demais jogos da série Time Crisis, é a Arma principal. Enquanto que em Time Crisis 3, por exemplo, a pistola é a arma padrão e temos 3 armas secundárias (uzi, shotgun e bomber), a arma principal é a Uzi, o que garante mais agilidade nos confrontos.
A dificuldade é a padrão da franquia, mas a Uzi, facilita um pouco as coisas. Para não ficar um mero port do jogo de arcade, um cenário inédito (Cujos eventos acontecem seis meses depois do jogo) e modos de desafio, como chegar ao topo de um prédio sem morrer e no tempo determinado, entre outras coisas. Um modo novo do Arcade também foi feito, com caminhos secretos, as armas de Time Crisis (exceto a bomber) habilitadas e novas armas disponíveis nos caminhos secretos (mas temporárias), o que dá um bom fator replay ao jogo.
Uma nota aqui: estou contando a jogabilidade, usando o DualShock, pois ainda não possuo uma guncom.

Graficamente, segue o padrão da franquia com cenários bons, e os personagens são muito bem feitos (eles aparecem em cutscenes). Embora os inimigos normais sejam genéricos, como sempre. Um detalhe dos cenários, é que eles contém partes destrutíveis, que formam "combos" que acarretam em um aumento na pontuação. Os efeitos entretanto, permanecem artificiais como sempre, as explosões não parecem tão convincentes quanto os personagens ou cenários.

Sonoramente é comptente, com poucas músicas bem compostas e viciantes. A dublagem está normal, embora não sejam marcantes, os dubladores não soam forçados como certos jogos que eu encontrei por aí, né KOF 2006? Os efeitos sonoros são o padrão da série, normais e bacanas.
Embora não permita multiplayer, como outros jogos da franquia, Crisis Zone é um dos melhores jogos de tiro sob trilhos do PS2, senão o melhor e o jogo possui atrativos em quantia suficiente para destacá-lo de sua versão Arcade. Então, pode pintar aí Bart Simpson, pois Crisis Zone leva Score A e nosso selo "Bart" de qualidade.






















